Médicos fazem treinamento no hospital de campanha para tratamento de covid-19 do Complexo Esportivo do Ibirapuera. (Rovena Rosa/Agência Brasil)

A covid-19 vem provocando transformações nos cenários de aprendizagem dos médicos residentes por causa da reestruturação dos serviços de saúde, mais evidente nas áreas cirúrgicas e de urgência e emergência. Um ano após o início da pandemia, demandas antes inimagináveis afetaram diretamente os residentes.

Suspensão e supressão de atendimentos ambulatoriais e de procedimentos cirúrgicos são os fatores que mais impactam a execução dos Programas de Residência Médica (PRM) em sua integralidade, conforme definido pelas matrizes de competência das especialidades médicas. É o que afirmam as Comissões de Residência Médica (Coreme).

Segundo a secretária-executiva da Comissão Nacional de Residência Médica (CNRM), Viviane Peterle, foram tomadas algumas medidas, como realocação dos locais de prática
para preservar o aprendizado especializado dos médicos residentes.

“Em muitas localidades, porém, considerando as distinções regionais existentes e as diferenças na execução da assistência, foram esgotadas as possibilidades de realocação, até pelo perfil epidemiológico da demanda assistencial.Em outras regiões, o Poder Executivo convocou médicos residentes para atuarem em situações críticas de enfrentamento à pandemia”, explica Peterle.

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