Rede dos Conselhos de Medicina
Pela Defesa do Ato Médico Imprimir E-mail
Ter, 22 de Outubro de 2002 21:00
No segundo semestre de 2001, o CFM instaurou uma comissão para estudo do ato médico. A questão central que orientou os trabalhos desta comissão foi a definição dos limites da atividade médica, como atividade profissional. O 1º secretário, conselheiro Luiz Salvador de Miranda Sá Júnior, foi o responsável pela coordenação dos trabalhos da Comissão do Ato Médico, no âmbito do CFM. Salvador iniciou os trabalhos de relatoria da comissão, lembrando que do ponto de vista da Sociologia e da Antropologia, “ profissão não é qualquer ocupação. Nas profissões se assegura a seus agentes profissionais o privilégio e o monopólio daquela atividade.”. Para Salvador, o Brasil vive um momento em que o privilégio profissional foi abolido no país, “ nos últimos 50 anos, a Medicina tem sido retaliada, têm sido retiradas fatias da Medicina , tem gente por aí fazendo um quarto de Medicina, meia Medicina...”. A discussão sobre a regulamentação do ato médico continua mesmo depois da publicação da resolução do CFM. O que se pretende, agora, é que a proposta das entidades médicas se consolide num projeto de lei. Para isto, entidades médicas e parlamentares ligados à área da saúde ainda precisam de muitos encontros para debater o assunto, como este que acontece no dia 24/10, quinta-feira, durante o II ENCM do Ano 2002. Para este painel de discussão foram convidados os seguintes expositores: ? Dr. Cláudio Duarte Secretário de Políticas de Saúde do Ministério da Saúde ? Dr. Waldir de Araújo Cardoso Diretor da Confederação Médica Brasileira ? Dr. Marlonei Silveira dos Santos Secretário-Geral da Federação Nacional dos Médicos ? Dr. Samir Dahas Bittar Diretor de Saúde Pública da Associação Médica Brasileira ? Dr. Emmanuel Fortes da Silveira Cavalcanti Representante do Conselho Federal de Medicina
 
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