A conclusão do processo de revisão do Código de Ética Médica (CEM), questões administrativas e o fim das eleições para os Conselhos Regionais de Medicina (CRMs) foram os principais temas tratados durante a 43ª reunião entre os diretores do Conselho Federal de Medicina (CFM) e os presidentes das entidades estaduais.

O encontro aconteceu na tarde desta sexta-feira (17), em Brasília (DF), e foi conduzido pelo secretário-geral do CFM, Henrique Batista, juntamente com o corregedor e o 2º-secretário da entidade, José Fernando Maia Vinagre e Sidnei Ferreira, respectivamente.

Representantes do CFM se reúnem com presidentes dos CRMs

Na abertura da reunião, o presidente do Conselho Regional de Medicina do Estado do Rio de Janeiro (Cremerj), Nelson Nahon, entregou um certificado de agradecimento à diretoria do CFM pela sua atuação em defesa da saúde pública do País e pela luta em prol do estado do Rio de Janeiro que sobre grave crise na área.

Com relação à revisão do CEM, os participantes elogiaram a condução do processo que culminou com os debates durante a III Conferência Nacional de Ética Médica, realizada nos dias 14 e 15 de agosto. O processo teve início em 2016 e contou com a participação de médicos regulamente registrados nos CRMs e sociedades organizadas da sociedade civil. Ao todo, 1.431 propostas foram recebidas e analisadas.

O tema das eleições nos CRMs foi também tratado durante o encontro. A realização do pleito foi considerada um sucesso, em grande parte pelo suporte oferecido pelo CFM na sua organização e na etapa de contagem eletrônica dos votos, que cobriu 82% do total de cédulas. A votação eletrônica foi a primeira experiência do gênero em 24 das 27 unidades federativas, exceto MG, RJ e SP.

Também foram analisadas questões vinculadas aos registros de especialidades, emitidos pelos CRM, e as inscrições secundárias. Os presidentes pediram que o CFM analise a possibilidade de simplificar esses fluxos.

No encerramento, o corregedor José Fernando Maia Vinagre defendeu a necessidade de melhorar o trabalho do sistema conselhal na luta contra abusos na publicidade e na propaganda médicas. Além disso, parabenizou as ações feitas pela imprensa do CFM, assim como a imprensa geral, que tem tratado o tema com muita seriedade.

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