Em outubro, entrou em circulação a segunda fase da campanhaDiferente dos anos anteriores, a campanha nacional em comemoração ao Dia do Médico (18 de outubro) de 2018 foi dividida em três diferentes etapas. A primeira, que teve início em setembro, chama a atenção do eleitor sobre a importância do voto como “poderoso remédio” para a saúde no Brasil. O mote desta fase é estimular a população em geral a avaliar o compromisso dos candidatos às Eleições Gerais de 2018 com a saúde dos brasileiros.

Em outubro, entra em circulação a segunda fase da campanha, que consiste na divulgação de peças publicitárias com foco na valorização da Medicina e da assistência em Saúde, destacando o compromisso dos médicos com o atendimento da população mesmo sob circunstâncias adversas, situação comum especialmente nos serviços da rede pública.

A terceira e última etapa terá início após as eleições, quando os candidatos eleitos serão relembrados pela população e pelos Conselhos de Medicina de seus compromissos com o setor. A autarquia convida os pacientes e seus familiares a acompanharem a execução dos programas e plataformas de governo, anunciados pelos eleitos.

Ao longo de todo o período da campanha – setembro a novembro –, o Conselho Federal de Medicina (CFM) e os Conselhos Regionais de Medicina (CRMs) divulgam suas peças publicitárias e mensagens chaves pela internet, redes sociais, revistas, jornais e rádios. Os médicos também foram acionados com o envio de e-mails marketing e boletins especiais.

Além dos espaços publicitários convencionais, foram disponibilizadas peças para uso de veículos institucionais de conselhos e outras entidades a fim de capilarizar a campanha nas mais diversas regiões. Nos anúncios, são reproduzidas situações de atendimento que reforçam a relação médico-paciente e o compromisso de cada profissional com sua atuação nas redes pública e privada.

“Importante destacar que todo esse esforço não está ligado a nomes, mas a um sentimento urgente de recuperar a qualidade da saúde no Brasil. Todos os candidatos receberam a pauta de sugestões dos Conselhos de Medicina e de outras instituições sérias, como contribuição para o aperfeiçoamento de suas plataformas”, lembrou o diretor de comunicação do CFM, Hermann von Tiesenhausen.

 

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