O Conselho Federal de Medicina (CFM) manifestou nesta segunda-feira (11) seu pesar pela morte do jornalista, apresentador e radialista Ricardo Eugênio Boechat. Ele faleceu no início da tarde desta segunda-feira (11), aos 66 anos, em São Paulo (SP), em um acidente de helicóptero na Rodovia Anhanguera.

Boechat era apresentador do Jornal da Band e da rádio BandNews FM e colunista da revista IstoÉ. Ele também trabalhou nos jornais “O Globo”, “O Dia”, “O Estado de S. Paulo” e “Jornal do Brasil” e foi comentarista no Bom Dia Brasil, da TV Globo.

Para o CFM, as qualidades expressas por Ricardo Boechat em sua atividade profissional compõem uma herança que ele deixa como inspiração para os atuais e os futuros profissionais do jornalismo.
 

 O jornalista Ricardo Eugênio Boechat expressava em sua rotina compromisso com o rigor na apuração e a ética na análise dos fatos  (Foto: Jornal da Band)

 

NOTA PELO FALECIMENTO DO JORNALISTA RICARDO BOECHAT

 

O jornalismo brasileiro perdeu nesta segunda-feira (11) um de seus maiores nomes. A trágica morte de Ricardo Eugênio Boechat, em acidente envolvendo um helicóptero na Rodovia Anhanguera, em São Paulo (SP), ceifa a comunicação de um profissional que expressava em sua rotina compromisso com o rigor na apuração, a ética na análise dos fatos e a sensibilidade para avaliar o impacto das decisões na vida em sociedade.

Aos familiares, amigos e admiradores de Ricardo Boechat, o Conselho Federal de Medicina (CFM) manifesta seu pesar em nome dos mais de 450 mil médicos que representa. Que o exemplo desse mestre do jornalismo continue a inspirar atuais e futuros profissionais da comunicação em todo o País!

Brasília (DF), 11 de fevereiro de 2019.

 

CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA (CFM)

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