Embora tenha ocorrido uma expansão significativa dos programas e vagas de Residência Médica no Brasil nos últimos anos, as 16.499 vagas de R1 ocupadas em 2017 representam um número menor que o de médicos formados no ano anterior. Em 2016 foram registrados nos CRMs 18.753 novos médicos. Assim, definir a necessidade exata de médicos especialistas em cada especialidade, de acordo com as necessidades do sistema de saúde e da população, é um desafio das políticas e pesquisas. As vagas preenchidas de R1 são um termômetro da evolução da oferta de Residência Médica e uma ferramenta útil para o planejamento e projeção do número de especialistas com os quais o sistema de saúde poderá futuramente contar.

Nesse sentido, a clínica médica se destaca com 2,6 mil residentes em R1, seguida por dez outras especialidades com 400 residentes ou mais, enquanto na outra ponta oito especialidades têm dez ou menos residentes cada. “Ressalte-se ainda que as vagas de RM são disputadas não só pelos recém-egressos do sexto ano de medicina no ano anterior, mas também por médicos formados há mais tempo, que ainda não cursaram nenhuma RM ou que pretendem obter outro título de especialista. Por isso é fundamental diminuir a defasagem entre vagas autorizadas e vagas ocupadas”, afirma o coordenador da Comissão de Ensino Médico do CFM, Lúcio Flávio Gonzaga.

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