O Conselho Federal de Medicina (CFM) e a Associação da Indústria Farmacêutica de Pesquisa (Interfarma) reafirmaram o acordo que estabelece parâmetros para a relação entre médicos e indústrias. O primeiro protocolo fora assinado em 2012. A edição atual traz novas regras, como, por exemplo, em relação à judicialização da saúde. O posicionamento conjunto também é assinado pela Associação Médica Brasileira (AMB) e pela Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC). Para o CFM, o documento mostra a preocupação das entidades com a boa prática médica e a transparência na relação entre o médico e a indústria farmacêutica.

De acordo com o acordo, as empresas e aderentes “não defendem, nem aceitam a judicialização como política positiva para a saúde no Brasil”. O texto também veda ações que promovam ou estimulem pacientes a ajuizarem ações em busca de acesso a terapias e não apoia ou recomenda a prescrição ou uso de qualquer terapia em fase experimental. 

Também fazem parte do documento temas como o apoio das empresas ou entidades à organização de congressos técnicos e científicos, os patrocínios aos convidados de eventos, as ofertas de brindes e presentes, e as boas práticas esperadas no trabalho de visitação aos hospitais, clínicas e consultórios. Pelo acordo, são vedados presentes de uso pessoal, como itens eletrônicos e entradas em shows, e de produtos para uso administrativo no consultório, como canetas.

Acesse aqui o novo acordo entre a Interfarma e as entidades médicas.

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