A AMEM-Brasil, Associação dos Médicos Maçons, manifestou apoio integral ao CFM, na pessoa do presidente da autarquia mauro Luiz de Britto Ribeiro, quanto ao posicionamento contrário à utilização de médicos formados no exterior sem que sejam submetidos previamente ao Revalida. Em Manifesto e vídeo, o CFM expressou repúdio à tentativa de flexibilizar a exigência do Exame de Revalidação de Diplomas Médicos usando a covid-19 como justificativa.

Em uma Carta aberta à Classe Médica e a População em geral, assinada pelo presidente da entidade, Alfredo Roberto Netto, a AMEM destaca a importância dessa avaliação dos portadores de diplomas expedidos no exterior. Para a associação, “este exame garante ao profissional o reconhecimento de sua formação profissional e protege a população de ‘médicos’ não devidamente capacitados”.

Gestores do Nordeste – A manifestação da entidade chamou a atenção para a alegação de gestores dos estados do Nordeste sobre a carência de médicos na região. Diante da pandemia de covid-19, alguns estados pediram ao Ministério da Saúde a efetivação de profissionais formados no exterior sem o devido exame de qualificação.

Sobre o pleito dos Estados, a associação declarou: “causa-nos estranheza este tipo de solicitação, quando milhares de profissionais, residentes e acadêmicos de medicina, sob a supervisão de preceptores, se colocaram â disposição das autoridades sanitárias para auxiliar no atendimento emergencial e tratamento da população atingida pela pandemia”, ressaltou a Associação de Médicos Maçons.

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