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13 de setembro é o Dia Mundial da Sespe e o ILAS – Instituto Latino Americano de Sepse convida a todos para mais uma importante ação no Combate à Sepse, a síndrome que atinge mais de 670 mil brasileiros todos os anos, levando a óbito 50% dos casos admitidos nas Unidades de Terapia Intensiva do Brasil.

No dia 13 de setembro, às 10h, será realizada na Câmara Municipal de São Paulo uma audiência pública sobre o Programa de Prevenção e Tratamento da Sepse. O objetivo do encontro é apresentar dois Projetos de Lei do vereador Aurélio Nomura (PSDB):

Projeto de Lei 665/2018  – Dispõe sobre a adoção de programa de prevenção à sepse e de protocolo de diagnóstico e tratamento por hospitais, clínicas e unidades de saúde, públicos e privados, que prestem serviços de saúde no âmbito SUS, no Município de São Paulo. (Clique aqui e consulte)

Projeto de Lei 664/2018  – Incluir o Dia da Sepse, a ser realizado em 13 de setembro, no Calendário Oficial de Eventos no Município de São Paulo (Clique Aqui e consulte)
 
“Esse é um importante momento em nossa cidade para o combate e a conscientização da sepse, não só em São Paulo, mas no país. O cenário da síndrome no Brasil merece atenção e ações. A taxa de mortalidade em UTIs do Brasil entre pacientes que são admitidos em unidades de terapia intensiva supera os 50% dos casos, enquanto a mortalidade em países desenvolvidos e mesmo em alguns dos melhores hospitais nacionais pode ser de 15-20%”, diz o Professor Titular do Departamento de Medicina/Disciplina de Infectologia, Escola Paulista de Medicina, Unifesp, membro do Conselho do ILAS, Reinaldo Salomão.
 
Todos os anos, o ILAS promove ações de conscientização junto à população e aos profissionais de saúde sobre a síndrome que é uma das principais causas de morte no país. [fm1]
“Apesar desses números, a sepse ainda continua sendo relativamente desconhecida pelo público leigo e pelos profissionais de saúde. Por isso a importância de campanhas de conscientização junto aos diferentes públicos”, diz o médico intensivista Luciano Azevedo, presidente do ILAS.
 
Para tentar melhorar a mortalidade da sepse no Brasil e na América Latina, em 2004 foi fundado o Instituto Latino-Americano de Sepse (ILAS). A missão do ILAS é auxiliar na melhora da qualidade assistencial do paciente com sepse através da implementação de protocolos de reconhecimento precoce e tratamento adequado baseados em evidências científicas, da geração e difusão de conhecimentos, assim como aumentar o conhecimento da sepse entre profissionais de saúde e público leigo.
 
Uma das principais iniciativas do ILAS para aumentar a percepção da sepse entre público e profissionais de saúde é o Dia Mundial de Combate à sepse, comemorado todo dia 13/09 com eventos em hospitais e em locais de grande circulação de pessoas. Como forma de reconhecer a importância da SEPSE como prioridade de saúde pública mundial, em 2017 a Organização Mundial de Saúde (OMS) aprovou uma resolução sobre prevenção, diagnóstico e tratamento da sepse, incitando  seus países-membros a elaborarem políticas de saúde pública voltadas para esse problema. Assim, a sepse precisa efetivamente ser considerada uma prioridade de saúde no Brasil.
 
Materiais ILAS – O ILAS tem desenvolvido vários vídeos de conscientização voltados para o público e para profissionais de saúde. No seu canal do YouTube (ILAS), os mais recentes são:
O que é sepse sepse explicada em 3 minutos” (Assista Aqui)

Sepse Pediátrica” (Assista Aqui) – destinada à população
No site diamundialdasepse.com.br também há vários materiais explicativo sobre a Sepse.

Sobre a Sepse – A sepse é um conjunto de manifestações graves em todo o organismo produzidas por uma infecção. O sistema de defesa do paciente, na tentativa de combatê-la, provoca em todo o organismo uma resposta que pode comprometer o funcionamento de vários dos órgãos do paciente, ocasionar a síndrome conhecida como falência múltipla de órgãos e levá-lo a morte. As possíveis razões da alta mortalidade de pacientes com sepse no Brasil incluem: sistema de saúde com deficiências, falta de reconhecimento da doença pelos profissionais de saúde e a demora da população em procurar atendimento médico por falta de conhecimento do público leigo sobre a sepse.

Fonte: ILAS

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