O conselheiro Estevam Rivello, em audiência promovida pelo Senado nessa segunda-feira (26), defendeu o Programa Nacional de Imunizações (PNI) e detalhou aos parlamentares as ações tomadas pelo Conselho Federal de Medicina (CFM) contra a pandemia de covid-19. Ele também alertou para a importância do médico no atendimento das crianças, orientando os pais sobre a vacina contra o coronavírus específica para essa população.

Os comentários foram feitos no Plenário do Senado, que foi o palco de uma sessão para tratar da obrigatoriedade da aplicação da vacina contra a covid-19 em crianças de 6 meses a 5 ano de idade. Foram mais de oito horas de apresentações.

Segundo Rivello, a autarquia sempre esteve presente em todas as etapas do PNI ao longo dos últimos 50 anos, subsidiando os médicos brasileiros e os diretores técnicos das unidades de saúde a fim de contribuir com o desenvolvimento das vacinas e de sua distribuição. “O PNI dá uniformidade a uma política de Estado. Houve momentos na história do Brasil, com difícil acesso aos imunizantes, mas, com a criação do SUS, ficou mais fácil”, disse.

Providências – Ele ressaltou que o CFM, desde o início da pandemia, adotou providências importantes que ajudaram no esforço contra o vírus, como a defesa da vacinação contra covid-19, a ampliação das fiscalizações nas unidades de saúde voltadas ao atendimento com esse quadro e a solicitação às sociedades de especialidades para fornecerem orientações técnicas ao trabalho dos médicos na linha de frente, entre outros pontos.

Outra medida do CFM foi a edição da Resolução 2.271/2020, que permitiu redimensionar a responsabilidade técnica das UTIs durante a pandemia. “Nós mudamos a proporção de médicos por leitos de UTI. Foi de um profissional para cada dez leitos para um por 20 na pandemia.  Fizemos para oferecer ao cidadão brasileiro uma assistência de qualidade”, relembrou ele, que é relator da norma.

Rivello também destacou em sua exposição no Senado a importância do médico no atendimento de crianças e suas famílias na vacinação contra a Covid-19. Ele destacou que a bula do insumo utilizado no País determina o médico como responsável por prescrever, por antever problemas e fazer consultas, inclusive, quando do diagnóstico diferencial e de algum tipo de anormalidade.

Segundo o conselheiro, como o médico que analisa todos os casos que tiveram efeito colateral indesejável, ele deve ter voz em todas as etapas do atendimento. “De alguma forma, então, o médico precisa ser ouvido nesse aspecto bioético para não permitir orientações que, muitas vezes, o mundo não está praticando ou que a própria ciência ainda não tem o seu conhecimento formado”, comentou.

Por fim, ele destacou que o CFM é favorável ao fornecimento de vacinas à população brasileira, mas contrário à sua obrigatoriedade.

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