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Na última terça-feira (10), o Conselho Federal de Medicina participou de audiência pública na Câmara dos Deputados que discutiu o Enamed 2025, o Exame Nacional de Avaliação da Formação Médica, aplicado pelo Ministério da Educação.

Também participaram representantes do Ministério da Saúde, do Conselho Nacional de Saúde, do INEP e do Ministério da Educação. Representante do CFM, o conselheiro federal pelo Paraná, Alcindo Cerci Neto, ressaltou que os resultados demonstram que cerca de 30% dos cursos ficaram nas faixas de nota 1 e 2, muito abaixo do mínimo necessário. “Mas será nós queremos médicos conceito 3? A nossa meta deve ser nota 5, é o que a população merece”, reitera.

O conselheiro também destacou que avaliar médicos está no escopo de atuação do Conselho Federal de Medicina, dever garantido pelo princípio da segregação de funções na administração pública. Por fim, Alcindo Cerci Neto salientou que faltam professores, campos de estágio e avaliações práticas ao longo da graduação, o que acarreta em formação inadequada e sem qualidade. “Quem autoriza abertura de cursos não deveria fiscalizá-los; o resultado do ENAMED é só a ponta do iceberg. Por isso, o CFM defende um exame de proficiência autônomo, técnico e independente”, concluiu o conselheiro.

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