O II Fórum de Ortopedia e Traumatologia, organizado pelo Conselho Federal de Medicina (CFM), em 14 de novembro, foi o primeiro evento de debate científico exclusivamente presencial no auditório da nova sede da autarquia. As trocas realizadas no plenário foram uma oportunidade preciosa para o médico brasileiro se atualizar sobre temas da especialidade e fomentar suas práticas com conhecimento qualificado.

A Câmara Técnica de Ortopedia e Traumatologia do CFM, sob coordenação de Anastácio Kotzias Neto, conselheiro federal pelo estado de Santa Catarina, colocou em pauta assuntos de grande relevância para o exercício da medicina: compliance na prática ortopédica no Brasil; telessaúde na ortopedia; Auditoria e segunda opinião – o que muda com a Resolução 2318/2022, entre outros.

A mesa de abertura foi composta por José Hiran da Silva Gallo, presidente do CFM; Akira Ishida, diretor Financeiro da Associação Médica Brasileira (AMB); e João Antônio Matheus Guimarães, presidente da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia (SBOT); além de do conselheiro Anastácio Kotzias Neto.

Na sequência, o painel Compliance na prática ortopédica no Brasil permitiu o aprofundamento desse tema sob diferentes perspectivas, incluindo a opinião do médico. Os participantes avaliaram ainda a importância da incorporação das orientações sobre compliance na grade curricular dos cursos de medicina, destacando a preocupação com a qualificação do ensino médico no País.

O segundo painel da manhã trouxe Apresentação de casos para o palco. O Fórum contou com relatos de situações enfrentadas pelos ortopedistas e pacientes na relação com operadoras de planos de saúde. Também houve um painel sobre Telessaúde na ortopedia. A participação da plateia trouxe dinamismo à atividade com várias perguntas e exemplos retirados de suas rotinas.

Todas as falas nesse painel apontaram numa mesma direção que a tecnologia deve trazer acesso e qualidade no cuidado ao paciente, deixando claro que não substitui a relação interpessoal e a consequente relação de confiança entre médico e paciente. Como foi ressaltado, a Medicina e o Código de Ética Médica são os mesmos, sendo que a tecnologia aparece como ferramenta complementar e não impositiva.

O último debate tratou do tema Auditoria e segunda opinião – o que muda com a resolução CFM nº 2.318/2022. Essa norma atualizou a regulamentação na prescrição de órteses e próteses e determinou a arbitragem de especialista, quando houver conflito. Mais uma vez, os expositores trouxeram diferentes perspectivas e que aqueceu o debate com a plateia.

De forma convergente, os participantes  alinharam que, na prática, todos os procedimentos que geram discordância entre médico assistente e plano de saúde devem ser discutidos na presença de moderador especialista na área contratado pelo seguro de saúde, que fará a arbitragem final buscando o consenso.

Para quem quiser conhecer a íntegra das apresentações, é possível conferir a íntegra da atividade no canal do CFM no Youtube, onde está a cobertura completa do II Fórum de Ortopedia e Traumatologia, incluindo os momentos de debates, no canal do CFM no YouTube:

 https://www.youtube.com/live/gC4apxZZKUQ?feature=shared

 

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