Diante da grave crise humanitária registrada no Rio Grande do Sul, o Conselho Federal de Medicina (CFM) e os Conselhos Regionais de Medicina iniciam nesta sexta-feira (10) uma campanha junto aos mais de 570 mil médicos brasileiros em busca de médicos voluntários para colaborarem com as equipes de saúde em nível local.

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A ideia, em solidariedade à população gaúcha neste difícil momento, é contribuir para a oferta do melhor atendimento às vítimas. Até o último dia 9 (quinta-feira), o número de desabrigados chegava a 395 mil no Rio Grande do Sul, com o registro de 107 mortos e 134 desaparecidos. Ao todo, mais de 1,7 milhão de pessoas foram afetadas pela tragédia.

“Cientes da histórica capacidade de superação dos moradores do Rio Grande do Sul, reconhecidos pelo seu apego ao trabalho, à disciplina e ao respeito à cidadania, confiamos que, em breve, será superado esse episódio da história, construindo um novo tempo para o estado a partir dos aprendizados deixados”, afirma o presidente do Conselho Regional de Medicina do Estado (Cremers), Eduardo Neubarth Trindade, diretamente envolvido na iniciativa.

Ministérios – Os dados dos médicos voluntários que forem coletados serão disponibilizados aos Ministérios da Saúde e da Defesa para que, em caso de interesse, possam fazer contato para tratativas de logística (deslocamento, hospedagem, alimentação, suporte operacional, etc.). O CFM e o Cremers encaminharam ofício às pastas sobre o tema.

Com objetivo de facilitar a atuação de médicos voluntários no Rio Grande do Sul, o CFM tomou nesta sexta outra medida importante: por meio de um comunicado circular informou a todos os CRMs que, em caráter extraordinário e devido às necessidades urgentes de atendimento médico no Rio Grande do Sul, foi dispensada a solicitação de visto temporário para os médicos que se dirigirem àquele estado em apoio à população rio-grandense.

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E-mail – O visto temporário é um instrumento exigido, normalmente, de médicos que vão atuar por até 90 dias em um estado onde não mantem inscrição em CRM. No caso dos médicos voluntários para atuar no Rio Grande do Sul, será necessário apenas o envio de um e-mail, pelo profissional, ao Regional de origem (onde mantenha sua inscrição principal) para comunicação da sua atuação. Com esta mensagem será considerada cumprido o rito de formalização, sem exigência de nenhum ato a mais.

Além do levantamento de voluntários, os conselhos de medicina, trabalham em outras frentes para reforçar o atendimento em saúde no território gaúcho. Com apoio de sociedades médicas de especialidade, pretendem elaborar campanhas de prevenção à doenças e orientações gerais à população, bem como desenvolver conteúdos específicos para as equipes de atendimento.

O plano é trabalhar no desenvolvimento de documentos que possam subsidiar os voluntários para responder às necessidades de atendimento. “Nossa intenção é garantir o envio ao Rio Grande do Sul de médicos com formação reconhecida pelo CFM e pelos CRMs, capacitados e disponíveis para atuação em situação de crise humanitária. As autarquias colocam seus conselheiros e técnicos à disposição dos ministérios para discutir o planejamento e a implementação das ações”, diz o presidente do CFM, José Hiran Gallo.

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