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A defesa de um ambiente seguro para o exercício da medicina pautou a agenda do Conselho Federal de Medicina (CFM) em Roraima, com ações realizadas em parceria com o Conselho Regional de Medicina de Roraima (CRM-RR). Com a mensagem “tolerância zero” à violência, a entidade destacou que é inadmissível que médicos atuem sob risco de agressões, reforçando a necessidade de medidas concretas para garantir a segurança desses profissionais.

A iniciativa integra o projeto Divulga CFM, que percorre diferentes estados brasileiros com o objetivo de aproximar resoluções de grande relevância da realidade local. A proposta busca promover o entendimento das normas, a uniformidade de sua aplicação e o engajamento tanto da comunidade médica quanto das autoridades.

Durante a agenda em Boa Vista, o conselheiro Raphael Câmara, relator da Resolução CFM nº 2.444/2025, que estabelece garantias de segurança para médicos no exercício da profissão em unidades de saúde públicas e privadas em todo o País, destacou o alcance das medidas previstas na norma.

Segundo ele, o documento reúne diversos dispositivos e providências que, se implementados, têm potencial para enfrentar o problema da violência contra médicos. “Estamos aqui para divulgar a resolução e discutir sua aplicação com atores jurídicos, institucionais e governamentais. Temos convicção de que sua implementação trará resultados concretos”, afirmou.

O presidente do CRM-RR, Marcelo Henrique Arruda, chamou atenção para o cenário recente no estado, marcado pelo aumento de episódios de agressão. De acordo com ele, apenas nas duas semanas anteriores ao encontro foram registrados três casos. “Esse debate é fundamental para construirmos soluções que tragam mais segurança. Basta dessas agressões. Precisamos sair daqui com metas e medidas efetivas para reduzir essa realidade”, declarou.

Entre 2013 e 2024, o CFM contabilizou quase 40 mil boletins de ocorrência em que médicos denunciaram algum tipo de abuso sofrido em ambientes de saúde. A conta é baseada na quantidade de boletins de ocorrência (BOs) registrados nas delegacias de Polícia Civil dos estados brasileiros e do Distrito Federal. Ou seja, a cada duas horas, um médico passou por uma situação de ameaça, injúria, desacato, lesão corporal, difamação, furto, entre outros crimes, dentro de unidades de saúde, hospitais, consultórios, clínicas, prontos-socorros, laboratórios e outros espaços semelhantes, públicos ou privados.

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