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A Comissão de Bioética do Conselho Federal de Medicina (CFM) reuniu-se, dia 12 de junho, para deliberar sobre temas centrais à ética e à identidade da profissão médica. Coordenado pelo presidente da autarquia, José Hiran da Silva Gallo, que também lidera o grupo, o encontro contou com a participação dos conselheiros federais Rosylane Rocha, Dilza Ambrós, Alcindo Cerci Neto, Waldemar Amaral e Raphael Câmara, além dos demais membros da Comissão.

Entre os destaques da pauta, o fortalecimento da revista Bioética, publicação científica do CFM, e a análise de consultas que tramitam na autarquia.

Revista Bioética – A Comissão celebrou os avanços recentes da revista Bioética, que conquistou indexação e reconhecimento internacional. Segundo relatado na reunião, recentemente, a publicação passou a ser admitida pelo Conselho Científico da Faculdade de Medicina da Universidade do Porto (Portugal) como veículo para artigos de seus pesquisadores, e foi apontada como uma das mais lidas do mundo em sua área.

O presidente José Hiran Gallo ressaltou uma vantagem concreta para a comunidade médica e acadêmica: a revista não cobra taxas de publicação, diferentemente de periódicos internacionais que chegam a exigir milhares de euros por artigo. “Tem o rigor. Não pode quebrar o rigor do que determinam as normas editoriais”, frisou.

Ensino Médico – Os membros da Comissão destacaram a importância de orientar os acadêmicos desde a graduação, protegendo-os de influências inadequadas e de más escolhas, e de incentivá-los ao estudo e ao compromisso com os fundamentos da medicina. A atuação da Comissão de Bioética, nesse sentido, soma-se ao esforço permanente da autarquia em defesa das melhores práticas médicas e da dignidade da profissão.

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