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Na Semana Mundial da Amamentação, o Conselho Federal de Medicina (CFM) reforça a importância do aleitamento materno como uma das intervenções mais eficazes para promover a saúde do bebê, da mãe e reduzir a mortalidade infantil. Além de fornecer todos os nutrientes necessários nos primeiros meses de vida, o leite materno oferece proteção que se estende por toda a vida, reduzindo o risco de obesidade, diabetes tipo 2, asma e alergias, favorecendo o desenvolvimento neurológico e fortalecendo o vínculo afetivo entre mãe e filho.

A pediatra e 3ª secretária do CFM, Dilza Teresinha Ribeiro, destaca que a amamentação é uma estratégia essencial para a promoção da saúde infantil. Segundo ela, o leite materno contém anticorpos e fatores imunológicos que protegem a criança contra infecções respiratórias, diarreias e otites, além de favorecer o desenvolvimento neurológico e cognitivo, com reflexos positivos no desempenho intelectual e no crescimento saudável. “Amamentar é saúde pública, é afeto e um investimento no futuro da sociedade. Participe dessa campanha: apoie uma mãe que amamenta”, diz.

Os benefícios da amamentação também alcançam a saúde materna. De acordo com conselheiro federal Ademar Carlos Augusto, que é obstetra e ginecologista, a liberação de ocitocina durante o aleitamento acelera a recuperação do útero após o parto. A longo prazo, amamentar reduz o risco de câncer de mama, câncer de ovário e hipertensão após a menopausa.

O conselheiro ressalta ainda que crianças amamentadas apresentam de 13% a 22% menos risco de desenvolver obesidade no futuro, além de maior proteção contra diabetes tipo 2, asma e alergias. “Nesta Semana Mundial da Amamentação, o CFM apoia e ressalta os benefícios dessa conduta”, enfatiza.

Para o CFM, incentivar e apoiar o aleitamento materno é uma medida que beneficia mães, crianças e toda a sociedade. Amamentar é uma questão de saúde pública, fortalece os vínculos familiares e representa um investimento no futuro, razão pela qual o Conselho conclama a população a apoiar as mães que amamentam.

Em postagem nas redes sociais (acesse AQUI), o CFM reforça que o médico exerce papel essencial nesse processo, oferecendo orientação, acolhimento e incentivo ao aleitamento materno exclusivo até os seis meses, com continuidade da amamentação após a introdução alimentar, conforme recomendado pelos órgãos de saúde.

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