O Conselho Federal de Medicina (CFM) reforçou sua atuação no Congresso Nacional em defesa do Projeto de Lei (PL) 2294/2024, que cria o Exame Nacional de Proficiência de Medicina (ProfiMed), e do Projeto de Lei nº 1732/2022, que estabelece direitos para os médicos residentes. Os temas foram discutidos em audiência com o presidente do Senado Federal, Davi Alcolumbre (União-AP), como parte da estratégia institucional para dar celeridade às pautas prioritárias da categoria.
A proposta que estabelece a realização do ProfiMed para egressos em medicina no País já foi aprovada na Comissão de Assuntos Sociais (CAS) do Senado e aguarda, agora, apreciação pelo Plenário da Casa. Caso seja aprovado, o texto seguirá para análise da Câmara dos Deputados. Para o presidente do CFM, José Hiran Gallo, a proposta representa um avanço relevante na consolidação de garantias para os médicos em formação, etapa fundamental para a qualificação da assistência à saúde no país.
Durante o encontro, ele destacou a importância do exame ao presidente do Senado como instrumento de fortalecimento da formação médica no Brasil, com foco na qualidade, na responsabilidade técnica e na proteção da sociedade. “A prova busca assegurar parâmetros mais rigorosos para o exercício profissional, alinhados às melhores práticas e às necessidades do sistema de saúde. Ao qualificar melhor os profissionais e estabelecer critérios claros para a formação, protegemos não apenas os médicos, mas, sobretudo, a população, que precisa de uma assistência segura e de qualidade”, afirmou.
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