
O Conselho Federal de Medicina (CFM) e a Federação Brasileira das Clínicas Especializadas em Dependência Química (FEBRACI) discutiram, nesta terça-feira (27), a necessidade de um modelo próprio de assistência integral aos pacientes com dependência química.
Representado pelo 1º vice-presidente, Emmanuel Fortes, o CFM debateu com os participantes a importância de oferecer ambientes protegidos, para onde os pacientes sejam encaminhados após avaliação médica e recebam acompanhamento adequado.
“É preciso assegurar proteção, segurança e cuidado ao paciente em todas as etapas do tratamento. A dependência química pode exigir períodos prolongados de assistência, e clínicos especializados são fundamentais para dar continuidade ao cuidado. Um hospital geral não consegue absorver, sozinho, essa necessidade de longa permanência”, afirmou Fortes.
Pela FEBRACI, participaram Roberto Brunelli, diretor-geral da Federação; o médico Urânio Paiva Ferro; e o psiquiatra Fábio Vitória.