
Diante da oferta ilegal de atestados médicos falsos na internet, emitidos sem consulta ou qualquer avaliação médica e disponibilizados de forma rápida e fácil aos interessados, o Conselho Federal de Medicina (CFM) fez um novo alerta à sociedade sobre os riscos da prática e os prejuízos causados ao País. Em entrevista ao Jornal Hoje, da TV Globo, o presidente do CFM, José Hiran Gallo, destacou que a autarquia vem alertando as autoridades brasileiras sobre o problema.
“Vemos que eles usam até registros profissionais de médicos que já morreram. Usam até de pessoas que nunca foram médicas. Isso é bastante preocupante, porque está sangrando os cofres públicos e privados”, afirmou.
O CFM reforça que a comercialização de atestados falsos constitui uma fraude que gera prejuízos para empresas, trabalhadores e médicos que exercem a profissão de forma regular. A autarquia também chama a atenção para as consequências da prática: quem compra, vende ou utiliza um atestado falso pode responder ética e criminalmente.
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