A prevenção e o combate à dengue exigem um esforço coletivo. Esse é o mote de um alerta feito pelo Conselho Federal de Medicina (CFM) por meio de vídeo com seu presidente, José Hiran Gallo. Em sua mensagem, ele lembra da necessidade de eliminar os criadouros do mosquito transmissor e se vacinar contra a doença. “O Brasil passa por uma outra crise de saúde pública. Os casos de dengue aumentam de forma veloz, sobrecarregando a rede de atendimento e deixando todos muito preocupados. Diante do risco que nos ronda, todos nós devemos agir”, salientou.

O presidente do CFM lembra ainda da importância de se evitar o agravamento de quadros que, sem a devida atenção, podem evoluir para longos períodos de internação e até mortes. “Não subestime sinais e sintomas e nem se automedique. Em situações de suspeita de dengue, procure ajuda médica para receber diagnóstico e orientações sobre como se tratar corretamente. Na dúvida, busque informações em fontes confiáveis”, lembrou, citando o site do Conselho Federal de Medicina como um dos pontos de referência sobre o assunto.

Profissionais – Além desses alertas, José Hiran Gallo aproveitou para ressaltar junto aos brasileiros o papel dos médicos na luta contra a dengue. “Pode estar certo, de que são profissionais que estão ao seu lado, dispostos a lutar pelo seu bem-estar, sua saúde e sua vida”, destacou, antes de deixar um agradecimento a todos que já estão na linha de frente no atendimento da população.

“O Conselho Federal de Medicina agradece a cada um de vocês por estarem mais uma vez na linha de frente contra uma doença que coloca em risco a vida de milhões. Com a ajuda da ciência, esse desprendimento prova que temos mais de 560 mil profissionais prontos para trabalhar pela saúde do País e dos brasileiros, com eficiência, segurança e ética”, concluiu.

Os especialistas afirmam que a prevenção é o melhor caminho para combater o aumento da incidência da dengue no País, que, este ano, já acumula milhares de casos.  Conforme lembra o presidente do CFM, é preciso estar atento para que a doença não evolua para formas graves, com possibilidade de longos períodos de internação e até óbitos. Então, fique atento às seguintes orientações:

 

TRANSMISSÃO E CRIADOUROS

O vírus da dengue (DENV) é transmitido ao ser humano por meio de picada do mosquito do Aedes aegypti infectado. Assim, além das ações coordenadas pelos governos e prefeituras, a população pode somar esforços, com medidas simples, para que sejam eliminados os locais onde esses insetos se proliferam. Dentre elas, estão:

  • Remoção de recipientes onde se acumular água
  • Vedação dos reservatórios e caixas de água;
  • Desobstrução de calhas, lajes e ralos;
  • Retirada de lixo

Vale ressaltar que outras arboviroses podem também ser transmitidas pelo Aedes aegypti, como chikungunya e zika.

 

SINAIS E SINTOMAS

O Conselho Federal de Medicina orienta: não subestime sinais e sintomas e nem se automedique. Em situações de suspeita de dengue, procure ajuda médica para receber diagnóstico e orientações sobre como se tratar corretamente. Na dúvida, busque informações em fontes confiáveis. Todo indivíduo que apresentar febre (39°C a 40°C) de início repentino e apresentar pelo menos duas das seguintes manifestações – dor de cabeça, prostração, dores musculares e/ou articulares e dor atrás dos olhos – deve procurar imediatamente um serviço de saúde, a fim de obter tratamento oportuno. No entanto, há outros sinais de alarme:

  • Febre alta e/ou persistente;
  • Dores musculares e nas articulações;
  • Manchas vermelhas (exantema);
  • Dor de cabeça ou atrás dos olhos;
  • Diarreia e/ou dor forte na barriga;
  • Pressão baixa
  • Náusea e vômitos frequentes
  • Agitação ou sonolência
  • Sangramento espontâneo
  • Diminuição da urina
  • Extremidades frias

 

Não há necessidade de exame específico para o tratamento da doença, pois as ações são baseadas em manifestações clínicas apresentadas. No entanto, para apoiar o diagnóstico clínico existem disponíveis técnicas laboratoriais para identificação do vírus (até o 5° dia de início da doença) e pesquisa de anticorpos (a partir do 6° dia de início da doença).

 

PREVENÇÃO

Desde dezembro de 2023, a vacina contra dengue foi incorporada no Sistema Único de Saúde (SUS). O Brasil é o primeiro país do mundo a oferecer o imunizante na rede pública de saúde. Em virtude da capacidade de produção laboratorial, a primeira campanha de vacinação atende 521 municípios distribuídos em 37 regiões de saúde do país.

PARA ACESSAR A LISTA COM AS LOCALIDADES SELECIONADAS, CLIQUE AQUI

 

PAPEL DO MÉDICO

Cabe ao médico decidir o encaminhamento de cada um dos pacientes com suspeita da doença. Ele indicará as medidas a serem adotadas. Por isso, como alerta o CFM, é importante não se automedicar e procurar imediatamente o serviço de urgência em caso de sangramentos ou surgimento de pelo menos um sinal de alarme.

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