
Evento terá como tema central: Melhorar e efetivar as terapias oncológicas já homologadas
O Conselho Federal de Medicina (CFM) está com inscrições abertas para o I Webinar de Oncologia Clínica, que acontece no dia 8 de outubro de 2026, das 14h às 17h, em formato virtual. O encontro tem como tema central “Melhorar e efetivar as terapias oncológicas já homologadas” e é uma realização da Câmara Técnica de Oncologia Clínica do CFM.
“A oncologia brasileira avançou muito em conhecimento e tecnologia, mas ainda convive com uma distância grande entre o que já está aprovado e o que efetivamente chega ao paciente. Esse é o debate que propomos: como transformar aquilo que já foi homologado em cuidado real, com segurança e qualidade. O CFM tem o dever de estar nessa discussão, porque ela toca diretamente as melhores práticas médicas e a proteção do paciente,” destaca João Helio Leonardo de Sousa, conselheiro federal e coordenador da Câmara Técnica de Oncologia Clínica do CFM.
Inscrições gratuitas:
https://eventos.cfm.org.br/evento/participantes/cadastro/d13a6436d95f0f947e21f472451ec5d3
Ao longo de três módulos, o webinar vai discutir temas que atravessam o dia a dia de quem cuida do paciente oncológico: o panorama da oncologia no Brasil; prevenção, rastreamento e diagnóstico precoce; a organização da linha de cuidado e a qualidade assistencial; inovação e incorporação tecnológica; sustentabilidade e judicialização; ética, autonomia médica e relação médico-paciente; e formação e regulação profissional. O encontro se encerra com uma proposta de agenda mínima para a oncologia no país.
A programação reúne membros da Câmara Técnica de Oncologia Clínica do CFM, representantes do Ministério da Saúde e de entidades médicas nacionais.
Programação completa aqui:
https://portal.cfm.org.br/eventos/i-webinar-de-oncologia-clinica-do-cfm
A iniciativa reforça uma prioridade permanente do CFM: garantir que o exercício da medicina no Brasil seja pautado pelas melhores práticas médicas e pela segurança do paciente. Mais do que discutir a incorporação de novas tecnologias, o debate se volta a uma questão prática e urgente, que é assegurar que as terapias oncológicas já homologadas cheguem, de fato, a quem precisa delas, com qualidade, em tempo oportuno e com respeito à autonomia do médico e à relação médico-paciente.