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    • Tipo

      Parecer

    • UF

      DF

    • Nº/Ano

      13/2026

    • Situação

      Em vigor

    Ementa Solicitação de esclarecimento sobre direito de recusa e limites Éticos na Atuação entre o Médico do Trabalho e o Engenheiro do Trabalho.

    • Tipo

      Parecer

    • UF

      DF

    • Nº/Ano

      12/2026

    • Situação

      Em vigor

    Ementa Auditoria médica de procedimentos, recursos e insumos solicitados ou utilizados por ocasião de assistência médica é ato privativo de médico e deve ser embasada na ciência, em diretrizes clínicas e protocolos terapêuticos, respeitando a autonomia do médico assistente e objetivando a melhor conduta para benefício da saúde do paciente. Em caso de divergência insuperável entre a indicação/solicitação do médico assistente e o médico auditor, é obrigatório ao médico auditor realizar exame presencial do paciente, com o seu consentimento prévio ou de seu representante legal, sendo vedada a auditoria médica remota, segundo Resolução CFM N° 2.448 de 23 de outubro de 2025.

    • Tipo

      Parecer

    • UF

      DF

    • Nº/Ano

      11/2026

    • Situação

      Em vigor

    Ementa A Terapia Renal Substitutiva (TRS) em pediatria possui exigência normativa de médico nefrologista capacitado para diálise pediátrica. Em situações críticas advindas da clínica do paciente, a atuação excepcional por não especialista em cenário de urgência ou emergência faz-se para estabilização, com registro e acionamento imediato da regulação, devendo agirem em conjunto nefrologista adulto e intensivista pediátrico.

    • Tipo

      Parecer

    • UF

      DF

    • Nº/Ano

      10/2026

    • Situação

      Em vigor

    Ementa Sigilo profissional médico incidente sobre prontuário, enquanto documento de natureza sensível e integrante da esfera de intimidade do paciente, cuja proteção somente pode ser afastada nas hipóteses legalmente previstas. Na matéria, o gestor médico de unidade de saúde encontra-se eticamente impedido de fornecer prontuário médico mediante solicitação de órgão administrativo correcional desacompanhada do cumprimento dos requisitos legais, notadamente a autorização do paciente ou de seu representante legal, ou determinação judicial. A ausência de tais pressupostos afasta a configuração de dever legal apto a justificar a mitigação do sigilo, impondo-se a observância da vedação ética ao fornecimento das informações.

    • Tipo

      Parecer

    • UF

      DF

    • Nº/Ano

      9/2026

    • Situação

      Em vigor

    Ementa A realização de Pré-natal de Alto Risco exige formação médica especializada. Mas deve se atentar as recomendações e legislação vigente.

    • Tipo

      Parecer

    • UF

      DF

    • Nº/Ano

      8/2026

    • Situação

      Em vigor

    Ementa Em unidade hospitalar que disponha de pronto-socorro, o médico plantonista do setor tem o dever ético-profissional de realizar o atendimento inicial de pacientes pediátricos que ali procurem assistência, inclusive com avaliação clínica, medidas imediatas de estabilização, prescrição de medicamentos, realização de procedimentos urgentes compatíveis com sua capacitação técnica e providências para regulação, transferência ou encaminhamento. A mera existência de médico neonatologista de plantão em outra unidade do hospital não transfere, de forma automática, a esse profissional a responsabilidade ordinária pelos casos pediátricos não neonatais oriundos do pronto-socorro. O apoio do neonatologista pode ocorrer em caráter excepcional e colaborativo, mas sua atuação principal permanece vinculada à assistência neonatal/maternidade, setor para o qual sua presença é normativamente exigida. Compete à direção técnica e clínica instituir fluxo formal, seguro e previamente definido para esses casos.

    • Tipo

      Parecer

    • UF

      DF

    • Nº/Ano

      7/2026

    • Situação

      Em vigor

    Ementa A inserção de cateter central de inserção periférica (PICC) caracteriza-se como acesso vascular de natureza central e caráter invasivo, cuja execução é reservada com exclusividade à classe médica pela Lei nº 12.842/2013. A assistência anestésica prestada para viabilizar tal procedimento por profissional não habilitado, em caráter eletivo, configura infração ética, dada a prevalência da legislação federal sobre normas administrativas. O respaldo para sedação em atos não privativos condiciona-se à rigorosa observância das normas de segurança e infraestrutura do Conselho. DIREITO MÉDICO. ACESSO VASCULAR CENTRAL (PICC). ATO PRIVATIVO. SEDAÇÃO PARA EXECUTOR NÃO MÉDICO. INFRAÇÃO ÉTICA.

    • Tipo

      Parecer

    • UF

      DF

    • Nº/Ano

      6/2026

    • Situação

      Em vigor

    Ementa Necessidade de padronização e segurança na condução de eventos adversos graves, como a anafilaxia pós-vacinal, em contextos descentralizados da assistência tradicional. Atuação multiprofissional nas estratégias de vacinação. Prescrição e administração de medicamentos em situações de anafilaxia.

    • Tipo

      Parecer

    • UF

      DF

    • Nº/Ano

      4/2026

    • Situação

      Em vigor

    Ementa Videomonitoramento em serviços de saúde. Sigilo profissional e privacidade do paciente. Identificação direta ou indireta no ambiente assistencial. Proteção ética do paciente e da relação médico-paciente. Limites éticos à instalação de câmeras em locais de atendimento.

    • Tipo

      Parecer

    • UF

      DF

    • Nº/Ano

      3/2026

    • Situação

      Em vigor

    Ementa O Atestado de Saúde Ocupacional (ASO), que visa à comprovação de aptidão para ingresso em cargo público, qualifica-se como ato médico pericial que extrapola a competência do médico assistente da Atenção Primária à Saúde (APS). Sua emissão é dever legal do empregador, nos termos da CLT e da NR-7, não cabendo ao médico da atenção primária à saúde emiti-lo, com riscos de infringir preceitos do Código de Ética Médica. Compete a este profissional, se provocado, a elaboração de relatório médico que subsidie a avaliação da junta pericial oficial.

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