No 7 de abril, dedicado a celebrar o Dia Mundial da Saúde, os Conselhos Federal e Regionais de Medicina (CFM e CRMs) tradicionalmente buscam lembrar a sociedade sobre a importância de reivindicar o que é seu direito: ter acesso a saúde de qualidade.
 
A falta de estrutura e equipamentos do Sistema Único de Saúde (SUS), a desvalorização dos médicos e profissionais e a má gestão do serviço público e dos planos de saúde têm sido o mote das campanhas lançadas pela autarquia para celebrar a data.
 
O objetivo é sempre estimular os brasileiros a refletirem sobre a importância dessa luta por um direito garantido pela Constituição de 1988, que levou o modelo assistencial do País a alcançar posição de referência internacional enquanto política pública social.
 
No entanto, como observam o CFM e os CRMs, o descaso com que os gestores tratam a saúde pública priva a população dessa conquista. Segundo o diretor de Comunicação do CFM, Hideraldo Cabeça, os problemas que afetam a qualidade da assistência e comprometem o ético exercício da medicina passam por questões relacionadas ao financiamento, à gestão e ao controle, monitoramento e avaliação das políticas públicas.
 
“Com as campanhas do Dia Mundial da Saúde, que costumam se estender por todo o mês de abril, os conselhos chamam atenção para a precarização do setor. Atividades organizadas pelos Conselhos Regionais de Medicina também acontecem nos estados, com divulgação de dados e informações que ajudam a traçar o panorama da saúde do País”, pontuou.
 
Tradicionalmente, no mês de abril os Conselhos de Medicina também desenvolvem uma série de ações para alertar a população, por meio da imprensa brasileira, sobre as condições adversas com as quais os profissionais precisam lidar em sua rotina de trabalho. Em anos anteriores, por exemplo, o CFM divulgou análises sobre a queda do número de leitos de internação e o subfinanciamento do SUS.
 
 
 
 
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