Doença que afeta cerca de 6,37 a cada mil crianças nascidas vivas, a mielomeningocele é o tipo mais grave de espinha bífida e decorre de uma malformação congênita da coluna vertebral da criança em que as meninges, a medula e as raízes nervosas estão expostas. Para provocar o debate sobre o tema, hoje, 25 de outubro, foi escolhido como o Dia Mundial de Conscientização da Mielomeningocele. O Conselho Federal de Medicina (CFM) apoia esta iniciativa.

Apesar de a enfermidade não ter cura, com cuidados específicos e o devido acompanhamento médico e fisioterapêutico, crianças e adolescentes conseguem ter uma boa qualidade de vida. Por isso, o diagnóstico precoce é fundamental e pode ser feito por meio de exame pré-natal, ultrassom ou logo após o nascimento.

O tratamento é iniciado com um procedimento cirúrgico, cujo objetivo é proteger as estruturas do sistema nervoso e prossegue com o devido acompanhamento fisioterapêutico.

Como forma de debater o assunto, a Associação Brasileira Superando a Mielomeningocele (ABSAM) realiza hoje, às 16h, no auditório do Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal, a 3ª audiência pública do Dia Mundial de Conscientização da Mielomeningocele e está incentivando os prédios públicos a se iluminarem de vermelho e amarelo, como fez a Câmara dos Deputados.

 

Fonte: Agência Câmara de Notícias e ABSAM

 

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