Rede dos Conselhos de Medicina
Conselheira Federal do Acre se torna membro da Academia Brasileira de Medicina de Reabilitação Imprimir E-mail
Qui, 23 de Julho de 2020 09:27

Dilza Ambros RibeiroA representantes do Acre e secretária-geral do Conselho Federal de Medicina (CFM), Dilza Teresinha Ambros Ribeiro, é o mais nova membro da Academia Brasileira de Medicina de Reabilitação. Ela assume a cadeira de número 11 da sessão de Medicina, cujo patrono é o médico Raimundo Ribeiro Fontes Lima. Por conta da pandemia do novo coronavírus, a posse ocorreu por videoconferência na última quarta-feira (22).

A indicação da pediatra é decorrente dos resultados de seu trabalho ao longo dos mais de 36 anos na profissão. Médica natural de Passo Fundo (RS), Dilza é doutora em bioética pela Universidade do Porto, especialista em pediatria e administração hospitalar, membro titular da Academia Acreana de Medicina, conselheira regional e federal de medicina pelo estado do Acre, médica da Universidade Federal do Acre e assessora técnica do Hospital Regional do Juruá.

“Participar dessa Academia, junto com figuras ilustres da Medicina, é uma grande honra e uma realização profissional, além de ser uma alegria poder representar a Medicina do Acre nas discussões nacionais. Entendo que a Medicina mobiliza conhecimentos, habilidades e atitudes que podem ser ofertadas à sociedade, por isso, o grande objetivo é defender a ética como uma prática social para promover avanços na Medicina para que ela seja acessível e de qualidade a todos cidadãos brasileiros”, ressaltou Dilza Ambros.

A Academia Brasileira de Medicina de Reabilitação foi fundada em 1972, no Rio de Janeiro, com o objetivo de congregar os nomes de maior destaque das várias especialidades que tenham se dedicado à causa da Reabilitação. A confraria postula que todo médico é um reabilitador e baseia-se na filosofia Howard Rusk de que “a responsabilidade do médico ou de qualquer especialista não termina quando a doença é vencida ou completada a fase cirúrgica; só termina quando o indivíduo volta a viver e a trabalhar com o que lhe restou de suas capacidades”.

Com informações do CRM-AC

 
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