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Cardiômetro da Sociedade Brasileira de Cardiologia registra mais de 30 mil mortes só em janeiro Imprimir E-mail
Ter, 07 de Fevereiro de 2017 12:22

No site é possível fazer teste de risco coronariano e conhecer o risco de um infarto nos próximos 10 anos


As doenças cardiovasculares são líderes de mortes no Brasil. Elas representam 29% dos óbitos e, somente no mês de janeiro de 2017, foram responsáveis por mais de 30 mil mortes. No ano passado, segundo o Cardiômetro da Sociedade Brasileira de Cardiologia - SBC, foram 349.938 mortes estimadas. As doenças do coração matam duas vezes mais que todos os tipos de câncer, 2,5 vezes mais que os acidentes e mortes decorrentes por violência e 6 vezes mais que as infecções, incluídas as mortes por Aids.

O Cardiômetro é uma ferramenta de alerta da SBC que registra, momento a momento, qual o número de mortes causadas por doenças do coração no País. Os dados fundamentam debates para que especialistas encontrem estratégias para melhorar a prevenção cardiovascular. O Cardiômetro foi desenvolvido pela equipe de Epidemiologia Cardiovascular da SBC e da Universidade Federal do Rio de Janeiro, coordenada pela cardiologista e diretora da SBC, Gláucia Moraes de Oliveira. Para sua implementação foram usados os dados oficiais do Governo Federal sobre mortalidade por doenças cardiovasculares, atualizados segundo um programa de previsão estatística.

Para o presidente da SBC, Marcus Bolívar Malachias, o Cardiômetro serve de alerta para que a população se conscientize em combater os fatores de risco das doenças cardiovasculares. No site www.cardiometro.com.br, a SBC informa quais são os principais fatores (hipertensão, colesterol, tabagismo, estresse, sedentarismo e diabetes), as características de cada um deles e medidas simples para evitá-los. Também é possível fazer um teste de risco coronariano respondendo a oito perguntas simples para saber, imediatamente, se a probabilidade de ter um infarto, nos próximos 10 anos, é baixa, intermediária ou alta.  

"Se os pacientes seguissem à prescrição de medicamentos indicados e controlassem os fatores de risco, grande parte das mortes seriam evitadas" esclarece o presidente da SBC. A cada três receitas prescritas por cardiologistas, pelo menos uma não é aviada, o que significa que mesmo tendo recebido orientações médicas, muitos não as seguem, expondo-se aos riscos das doenças.

"É importante que a população saiba que as doenças cardiovasculares, além das mortes, ainda incapacitam na faixa etária mais produtiva", diz Marcus Bolívar Malachias. "Cada vez mais os infartos tendem a afetar pessoas mais jovens, o chamado infarto precoce", completa.

 

Fonte: SBC

 
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