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Artigos
Em debate o serviço civil obrigatório para médicos das universidades públicas
Seg, 29 de Novembro de 1999 00:00

Escrito por José Luiz Gomes do Amaral*

 

Não há como sustentar a proposta de alicerçar a assistência médica em áreas remotas com um serviço civil obrigatório de médicos recém-formados. Particularmente nas áreas remotas, nas quais é difícil integrar as estruturas do sistema de saúde, exige-se um médico experiente, especificamente treinado para esse tipo de situação.

Tudo o que se deseja evitar nessa eventualidade é um médico que não esteja sólida e completamente formado. Para ele seria uma situação traumática e para população uma assistência inadequada. Quando se imagina que o SUS deva ser universal, tem-se que garantir uma assistência de bom nível a todos: a ricos e pobres, aos próximos e aos distantes.

O serviço civil obrigatório para médicos recém-formados nas áreas remotas contrastaria com a assistência qualificada dos centros não desfavorecidos. Não há como adiar um plano para atender os pacientes que habitam as áreas remotas e sem médicos fixos. Porém, essa ação deve contar com profissionais de medicina treinados especificamente para esse atendimento, enfim, com médicos especializados.

Enviar acadêmicos e residentes para regiões remotas, a acompanhar médicos experientes, tem outra finalidade: talvez complementar a assistência, mas, sobretudo, ampliar a formação, colocando-os em contato com a realidade de diferentes populações do Brasil.

Insisto, a assistência tem de ser feita por médicos qualificados e competentes. Nas regiões onde não há possibilidade de fixação de profissionais devem ser estruturadas unidades de saúde capazes de ser deslocadas na freqüência e na intensidade que a situação exigir.

A correta assistência aos pacientes tem de prevalecer sempre.

*José Luiz Gomes do Amaral é presidente da Associação Médica Brasileira (AMB)


* As opiniões, comentários e abordagens incluidas nos artigos publicados nesta seção são de inteira responsabilidade de seus autores e não expressam, necessariamente, o entendimento do Conselho Federal de Medicina (CFM).


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A Saúde no país da Copa e das furadeiras
Seg, 29 de Novembro de 1999 00:00

Escrito por Marco Antônio Becker*

O mesmo país que se considera em condições de receber uma Copa do Mundo convive com situações inusitadas, constrangedoras e perversas, como as que levam cirurgiões a recorrer a furadeira elétrica para abrir a cabeça de pacientes durante operações. O instrumento, comum na atividade de pedreiros e marceneiros, chegou a ser usado recentemente em alguns hospitais públicos do Rio de Janeiro.

À falta de equipamentos adequados nos serviços de saúde pública e também muitas vezes de medicamentos e materiais básicos como gazes e algodão, somam-se, com freqüência alarmante, instalações precárias, que dificultam o trabalho médico, deixando o profissional vulnerável, mais sujeito a erros. Ao mesmo tempo, o médico que trabalha para o SUS - a grande maioria neste país de contrastes tão grandes quanto suas dimensões -, recebe remuneração quase indecente pela nobreza de sua atividade: socorrer, curar, salvar vidas.

Como se não bastasse, o médico, o pára-choque do sistema, expressão que cunhei há alguns anos, é vítima de violência em pleno trabalho. Nos últimos tempos, as agressões físicas e verbais aos médicos peritos do INSS aumentaram assustadoramente. Em Minas Gerais, uma médica foi morta a tiros no ano passado. Aqui, no Rio Grande do Sul, os casos se sucedem de forma assustadora.

Por trás dessa obra lúgubre, marcada por pinceladas de sangue, estão gestores aboletados em gabinetes, indiferentes ao sofrimento de dezenas de milhões de pessoas, já que para eles o atendimento de saúde está assegurado com os melhores médicos e hospitais.

A União, tão ágil na liberação de verbas públicas para o Pan realizado no Rio e tão empenhada em trazer a Copa de 2014 para o Brasil, poderia resolver a crise na saúde com um gesto simples: aplicar todos os recursos da Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira na saúde. Mas o atual governo, que bate sucessivos recordes de arrecadação de impostos, não dá sinais de que irá ceder, provando que a saúde pública não é sua prioridade.

Não é a do governo, mas é a nossa, a dos médicos e a de todos aqueles que trabalham na área da saúde e que realmente se preocupam em prestar um melhor atendimento à população. Por isso, a classe médica realizou o Dia de Protesto, em 21 de novembro, e vai seguir mobilizada para convencer e sensibilizar as cabeças iluminadas que detêm o poder e que estão livres, em princípio, de serem submetidas a uma cirurgia com furadeira elétrica.

 

* Marco Antônio Becker é presidente do Conselho Regional de Medicina do Estado do Rio Grande do Sul (Cremers).

 

* As opiniões, comentários e abordagens incluidas nos artigos publicados nesta seção são de inteira responsabilidade de seus autores e não expressam, necessariamente, o entendimento do Conselho Federal de Medicina (CFM).


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Os médicos e o Sistema Único de Saúde
Seg, 29 de Novembro de 1999 00:00

Escrito por Henrique Batista e Silva*

 

O Conselho Federal de Medicina, a Associação Médica Brasileira e a Federação Nacional dos Médicos realizaram no último dia 21, através das suas representações estaduais, o Dia Nacional de Protesto dos Médicos, em favor de melhores condições de trabalho e conseqüentemente melhor atendimento à população. Também melhor remuneração com proposta de piso salarial de R$ 6.963,52 por 20 horas de trabalho, além do estabelecimento de carreira de estado e a implantação de plano de cargos e salários.

Há muito que o Governo considera a saúde do brasileiro como uma questão secundária, apesar dos discursos eloqüentes e altissonantes, próprias das campanhas pré-eleitorais. Entra e saí governo e tardam mudanças competentes no setor saúde, haja vista a falta crônica de leitos hospitalares, de medicamentos e de insumos básicos.

Em alguns hospitais públicos, a situação é pré-falimentar. Do Rio Grande do Sul vem o brado dos hospitais filantrópicos. Do nordeste, os médicos desencadearam, há poucos meses, uma onda de greves com grande repercussão nacional. Diante disso, as autoridades liberaram 2 milhões para tentar aplacar a insatisfação generalizada, com aumento na tabela de 30% em média, irrisória diante da defasagem de 130%. Recursos federais que eram da saúde e estavam bloqueados.

Prova marcante dessa indiferença, é a manobra de barganha política das lideranças do Governo que para aprovação da CPMF se utiliza da aprovação concomitante da regulamentação da Emenda 29 (que vincula e estabelece o uso de recursos federais, estaduais e municipais na saúde). CPMF cujos recursos arrecadados, originalmente, seriam destinados à saúde, e que hoje dos 0,38%, somente 0,20% lhe são destinados.

Outra atitude de desrespeito à prática da boa medicina é a recente aprovação pela Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional da mensagem que estabelece parâmetros para o registro de médicos brasileiros formados em Cuba. É proposta unilateral em que as universidades públicas poderão fazer convênio com a Escola Latino-Americana de Ciências Médicas (ELAM) de Cuba.

Médicos que trabalham no Brasil podem ser de qualquer país desde que se submetam a avaliação criteriosa para validação dos seus diplomas, e, portanto, em boas condições técnicas para cuidar da saúde do nosso povo. Nesse contexto, de evidente e progressiva deterioração do atendimento de saúde, a população se encontra desamparada.

Os médicos que atuam no setor público são vítimas da mesma forma que os seus pacientes. Por conta disso, muitas vezes a população responsabiliza equivocadamente os médicos pelas mazelas da péssima prestação de serviços. No Rio de Janeiro, médico chefe da Equipe de Emergência do Hospital Miguel Couto, foi inocentado de uma ação penal por não ter cumprido ordem judicial para internação de uma paciente. Sua inocência foi provada porque não havia leitos na UTI.

Segundo pesquisa do Conselho Regional de Minas Gerais, 94% dos médicos não querem trabalhar em serviços de urgência e emergência por causa da violência. Conversas com nossos colegas sergipanos também revelam a relutância dos mesmos em trabalhar nesses serviços. Recentemente, um policial armado, invadiu o Centro de Trauma do Hospital Geral de Urgência Governador João Alves Filho, ameaçando os médicos plantonistas, numa atitude de extrema gravidade.Repetiu-se, mesmo ato de covardia em que outro colega foi seqüestrado da Maternidade Ildete Falcão, sob ameaça de uma arma.

Neste ano, são quatro incidentes registrados. Está se tornando uma rotina perigosa e os médicos não devem sofrer ameaças desse tipo. É preciso dar uma basta nesse descalabro. Clamamos veementemente para que as autoridades competentes coíbam com o rigor da lei para que essas atitudes grosseiras e criminosas terminem. Ações mais firmes dos policiamentos em instituições de saúde, e também reuniões com comissões de saúde dos bairros para orientar a comunidade, são algumas ações imediatas.

Os médicos estão submetidos a uma estafante jornada de trabalho para subsistência da sua família e precisam de paz e tranqüilidade para exercer suas atividades profissionais. Não devemos nos esquecer que os médicos se dedicam a seus pacientes sempre com a mesma disposição e competência, e é justo que tenham remuneração equânime.

É preciso dizer que poucos colegas deixam de atender os preceitos profissionais de exercer a Medicina com dignidade e respeito maior ao paciente. Os que cometem erros são processados pelos Conselhos de Medicina, e se comprovadas suas infrações éticas são apenados de acordo com a Lei 3.257/57, regulamentada pelo Decreto n º 44.045/58. É injusto que médicos sejam execrados publicamente, antes do devido processo ético profissional, onde são respeitados os direitos democráticos da defesa e do contraditório.

Ações conjuntas do Conselho Regional de Medicina de Sergipe, da Sociedade Médica de Sergipe, do Sindicato dos Médicos de Sergipe e da Academia Sergipana de Medicina defendem o competente e digno exercício profissional do médico de nosso Sergipe.

 

*Henrique Batista e Silva é conselheiro federal representante do estado de Sergipe e secretário geral do Conselho Federal de Medicina CFM).


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Como impedir o tabagismo na adolescência?
Seg, 29 de Novembro de 1999 00:00

Escrito por Mônica Andreis*

 

Mais do que impedir, a pergunta é: como evitar a iniciação pelo adolescente? Tempos atrás, o cigarro era objeto de desejo, glamourizado no cinema, nas propagandas, símbolo de independência e sedução, um estímulo e tanto para os jovens! O curioso é que atrás da atitude de auto-afirmação e aparente liberdade de escolha estava um minucioso jogo de manipulação, onde o objetivo era justamente ampliar o mercado de venda de cigarros através da conquista dos jovens, usuários fiéis e a longo prazo, de um produto que vicia e na verdade nada tem de glamouroso.

Só o fato de trazer isto à tona já ajuda, pois ninguém gosta de se sentir enganado e manipulado. Mas agora as estratégias de marketing estão mais sofisticadas, apesar do objetivo dos fabricantes ser o mesmo: vender seu produto. Assim, como dito em outro comentário, um ponto importante é não deixar de responsabilizar os fabricantes e ampliar as restrições já existentes ao marketing, mesmo indireto.

Outro ponto a discutir é o acesso aos cigarros, tanto pela proibição de venda a menores -- que tantas vezes é descumprida -- como pelo preço do maço no Brasil, um dos menores do mundo. Além disso, o visual atraente, com caixinhas de metal para colecionar, à altura dos olhos, tudo favorece a curiosidade e a facilidade de acesso pelo jovem.

As fases de experimentação e de vivência de novas emoções, com as angústias e incertezas desta etapa, trazem sim o risco da busca de satisfação através das drogas. Não é à toa que a maior parte dos fumantes tenha iniciado o tabagismo na adolescência, mas o que muitos deles não prevêem é que vão seguir fumando por mais uns 30 anos, apesar de achar que param quando quiserem. É quase como uma escolha de carreira!

E o pior é que se descobre depois que este prazer é fugaz, as angústias da vida não desaparecem ao fumar, e a saúde cobra seu preço. O jovem pode evitar o tabagismo sendo bem informado e participante. É justamente para isto que a Aliança para Controle do Tabagismo está com inscrições abertas até 18 de novembro para seu primeiro concurso cultural de vídeos para controle do tabagismo. Os vídeos (que podem ser amadores) deverão ter até 1 minuto de duração e abordar tabagismo passivo e/ou poluição tabagística ambiental. As informações, regras e inscrições estão disponíveis em: http://www.actbr.org.br/fumopassivo/concurso.asp


*Mônica Andreis é psicóloga e vice-diretora da Aliança de Controle do Tabagismo

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Tratamento Ortomolecular não é reconhecido pelo Conselho Federal de Medicina e pode ser prejudicial
Seg, 29 de Novembro de 1999 00:00

Escrito por José Alves Lara Neto.*


A crescente busca por fórmulas que garantam o rápido rejuvenescimento e emagrecimento, principalmente entre a parcela feminina da população, leva ao surgimento acelerado de novas terapias que prometem grandes transformações, muitas vezes ilusórias e perigosas. Técnicas alternativas sem embasamento médico científico adequado, como a chamada medicina ortomolecular, ganham espaço na mídia e destacam-se entre a opinião pública por meio de depoimentos de famosos adeptos a tratamentos não autorizados pelo Conselho Federal de Medicina (CFM) e pela Associação Médica Brasileira (AMB).

Segundo o médico nutrólogo e vice-presidente da ABRAN, Dr. José Alves Lara Neto, a sociedade em geral encontra dificuldade em diferenciar a especialidade de nutrologia, atividade legal, de outras terapias alternativas, cujos efeitos podem ser prejudiciais ou até mesmo comparados ao placebo. “A nutrologia prima pela qualidade da medicina no país e não tem vínculos com tratamentos alternativos, como os estéticos, ortomoleculares ou quaisquer outras terapias não autorizadas”, explica.

A nutrologia é uma especialidade médica que estuda as relações entre alimentação, saúde e bem-estar, bem como a forma como os nutrientes são digeridos, absorvidos, transportados, metabolizados, armazenados e descartados pelo organismo. Além disso, analisa como as condições de produção e armazenagens afetam a qualidade e segurança do alimento. Em hospitais, a especialidade é utilizada para melhorar a saúde geral dos pacientes em vários aspectos, tanto em doenças graves quanto em simples procedimentos cirúrgicos. Os especialistas cuidam para que a alimentação não cause alguma interação adversa com medicamentos recomendados. Esses detalhes podem fazer grande diferença no sucesso do tratamento.

A chamada medicina ortomolecular vem sendo utilizada para tratamentos de desequilíbrios quaisquer, recomendando vitaminas e inúmeras substancias sem evidencias científicas que, em excesso, podem prejudicar o funcionamento do organismo humano. A vitamina A em excesso, por exemplo, altera as características normais da pele, deixando-a seca, além de provocar dores de cabeça, tonturas e náuseas. Já as vitaminas C e E em altas doses prejudicam a absorção de nutrientes e provocam depleção de outros já comprovado em centenas de trabalhos científicos. “Muitas pessoas não sabem exatamente o que estão ingerindo, e consomem vitaminas em quantidades impróprias. A resolução 1.500/98 não reconhece a medicina ortomolecular, portanto médicos que praticam esta atividade estão agindo contra as leis brasileiras e deveriam ser punidos”, ressalta Dr. Lara.

Ainda segundo Dr. Lara, os Conselhos responsáveis pela fiscalização das atividades médicas deveriam controlar efetivamente técnicas ilegais, a fim de garantir o bem-estar da população, já que estas já se encontram reféns de sua própria carência social. “Estas terapias são ilusões que devem ser combatidas sobre tudo pela ampla divulgação da medicina baseada em evidências. Este é um alerta e solicitamos a todos os médicos que primam pela ética e moral nas suas profissões, que denunciem toda e qualquer atividade médica não reconhecida pelo CFM, que denigra a imagem da classe”, afirma.

Nutrir o organismo da melhor forma possível é fundamental para uma boa saúde, já que maus hábitos alimentares favorecem o desenvolvimento de doenças crônico degenerativas do coração, obesidade, câncer e diabetes. “Porém, é importante ressaltar que a medicina ortomolecular não previne o câncer, emagrece ou retarda o envelhecimento. A única situação insofismável seria o alcance do equilíbrio orgânico como um todo, coisa que o organismo o faz pelos chamados comportamentos autonômicos. Para obter melhores resultados físicos e aumentar a resistência do organismo é necessário praticar exercícios físicos e adotar hábitos alimentares, mentais, sociais e espirituais saudáveis”, conclui o nutrólogo.

 

* José Alves Lara Neto é vice-presidente da Associação Brasileira de Nutrologia.


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