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Saúde alcança marca de 2.255 novos leitos de UTI em todo o Brasil Imprimir E-mail
Qui, 21 de Outubro de 2004 21:00
O Ministério da Saúde (MS) credenciou 2.255 novos leitos de UTI no Brasil de maio de 2003 a outubro deste ano. O credenciamento desses leitos representa um acréscimo de 19,97% na oferta do serviço no país. A ampliação de leitos de UTI faz parte da Política Nacional de Terapia Intensiva do SUS (veja tabela abaixo). A meta era credenciar 2.233 leitos. O ministro da saúde, Humberto Costa, assinou hoje (22), em Fortaleza, as portarias que credenciam os últimos 20 leitos de UTI dentro da Política Nacional de Terapia Intensiva. O incremento no quantitativo de leitos visa garantir a eqüidade da assistência ambulatorial e hospitalar no país. O impacto financeiro anual da nova política é de R$ 124,75 milhões. Mensalmente, o impacto é de R$ 10,39 milhões. Atualmente, o Brasil conta com 20.870 leitos de UTI. Destes, 13.548 são do SUS. Ainda em Fortaleza, o ministro da Saúde assinou convênio com a Escola de Saúde Pública do Ceará e anunciou a liberação de mais 1,2 milhão para a ampliação do Hospital Geral de Fortaleza. O convênio com a Escola de Saúde Pública é para a realização de curso técnico para agentes comunitários de saúde. O valor total do convênio é de 3,8 milhões. Deste montante, o Ministério da Saúde financiará R$ 3,4 milhões e a Escola de Saúde Pública, R$ 346 mil. Em relação ao HGF, o valor total do convênio para ampliação do hospital é R$ 7,2 milhões. Esta é a terceira parcela liberada pelo Ministério da Saúde. Leitos de UTI no Ceará No Ceará, o Ministério da Saúde (MS) credenciou 179 novos leitos de UTI e reclassificou 19 leitos. O Estado conta, agora, com um total de 594 leitos de UTI, sendo 401 do SUS. O impacto mensal no repasse para o Ceará é de R$ 722.044,80. Além do credenciamento, o MS reclassificou em todo o país mais 458 leitos de UTI, que passaram do tipo I para tipo II. Para ser qualificado como leito de tipo II, o hospital deve cumprir mais de 50 requisitos, como ter médico plantonista para cada dez pacientes, acesso a cirurgião geral e agência transfusional 24 horas, entre outros. As exigências visam garantir ao paciente atendimento qualificado e seguro. A reclassificação desses leitos gera um impacto de R$ 971.261,52 por mês. No Ceará, foram reclassificados 19 leitos, com impacto mensal de R$ 31.938,24. As regiões Norte e Nordeste receberam atenção diferenciada do Ministério da Saúde. Técnicos do MS visitaram essas regiões para orientar os gestores nos procedimentos para elaboração do processo de pedido de credenciamento. O trabalho contribuiu para reduzir a diferença da assistência entre essas regiões e a demais regiões brasileiras em relação à oferta de leitos de UTI. Fonte: Ministério da Saúde
 
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