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Projeto do MPPR aprimora atendimento a crianças e adolescentes vítimas de violência em Foz do Iguaçú (PR) Imprimir E-mail
Qui, 03 de Agosto de 2017 11:48
O atendimento a casos de violência envolve situações de constrangimento, medo e ansiedade. Os procedimentos são ainda mais delicados quando a vítima é criança ou adolescente. Com o objetivo de capacitar os profissionais da Rede de Proteção e padronizar os encaminhamentos dos casos de violência, surgiu o projeto “Protocolo de Atendimento à Criança e ao Adolescente Vítima de Violência em Foz do Iguaçu” do Ministério Público do Estado do Paraná (MPPR).
 
Idealizado pelo promotor de Justiça Fernando de Paula Xavier Junior e pela assistente social Adriéli Volpato Craveiro, o projeto foi o vencedor da edição de 2016 do concurso Prata da Casa, que premia ações e ideias inovadoras desenvolvidas na instituição. Pelos resultados alcançados, a iniciativa também ganhou destaque na entrevista do mês do Programa Atuação – Boas Práticas no MPPR (assista ao vídeo).
 
O projeto – Diversas reuniões e debates foram realizados com os integrantes da Rede de Proteção local, para a definição dos papéis de cada instituição/profissional e os fluxos de atendimento. Esta foi a primeira etapa desenvolvida. As informações e orientações definidas pelo grupo resultaram em uma cartilha, distribuída a todos os integrantes da Rede (acesse a versão PDF da cartilha). Além disso, foram promovidas capacitações com cerca de 500 profissionais que atendem crianças e adolescentes vítimas de violência.
 
Atualmente, a iniciativa encontra-se em fase de implementação e monitoramento. Para isso, a atuação da Rede de Proteção foi dividida de acordo com as regiões do município, o que vem agilizando não só o encaminhamento dos casos, como também a proposição de políticas públicas.
 
“Crianças e adolescentes que até então eram invisíveis para as políticas públicas passaram a receber o acolhimento adequado, em função da mudança na dinâmica do atendimento a esse público. Em Foz do Iguaçu, por se tratar de uma região de fronteira, muitas se encontram em uma condição ainda maior de vulnerabilidade às situações de violência”, explica o promotor de Justiça Fernando de Paula Xavier Junior.
 
 
Fonte: MPPR
 
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