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Seg, 11 de Julho de 2011 09:13

Entidades médicas buscam diálogo com gestores para melhorar a assistência

O Conselho Regional de Medicina tem procurado contribuir para que sejam  encontradas formulas que qualifiquem o atendimento na rede pública estadual

Hospitais superlotados, postos de saúde ineficazes, unidades de saúde com infraestrutura inadequada, médico descontentes com as péssimas condições de trabalho. Essa é a realidade da saúde pública paraibana, a qual profissionais e usuários estão submetidos.  Trata-se de um quadro preocupante, quem vem sendo monitorado e denunciado pelas entidades médicas do Estado. 

Nos últimos meses, o Conselho Regional de Medicina da Paraíba (CRM-PB) tem participado de reuniões, audiências e fiscalizações em hospitais e postos de saúde, com o intuito de traçar um diagnóstico da situação e contribuir para a solução do problema. O tema sensibilizou também o Conselho Federal de Medicina (CFM), que divulgou nota, em maio, onde aponta a necessidade de soluções. “Os problemas que afetam o Estado exigem resposta imediata sob pena de expor a população à falta de atendimento e aos riscos decorrentes do sucateamento da rede pública assistencial”, afirma o documento.

História - “Há 38 anos atuo na área médica e não lembro, em todo este período, de uma situação tão crítica como a que presenciamos agora”, afirma o presidente do CRM-PB, João Medeiros Filho.  Um dos picos da crise aconteceu no âmbito do Hospital de Emergência e Trauma Senador Humberto Lucena, em João Pessoa, que durante um período de maio e junho funcionou com atendimento restrito em decorrência dos desdobramentos envolvendo a precarização do trabalho médico no estado. A situação acabou por prejudicar toda a assistência oferecida, especialmente aos novos casos.

 Os problemas que afetam a rede pública de saúde na Paraíba ganharam repercussão nacional. No início de junho,  dois diretores do Conselho Federal de Medicina (CFM) - Henrique Batista, secretário geral do Conselho Federal e conselheiro pelo Estado de Sergipe; e Gérson Zafalon, 2º secretário do CFM, conselheiro pelo Paraná – estiveram no Estado para ajudar na busca de um entendimento com o Governo local.

Na ocasião, foi definida também a instalação de uma comissão de saúde composta por representantes de entidades médicas e membros do executivo para fazer um diagnostico e buscar soluções para os assuntos relativos à saúde do Estado. De acordo com o presidente do CRM-PB, João Medeiros, o resultado da audiência foi positivo já que foi aberto o dialogo esperado.

 

Fonte: Assessoria de Imprensa do CRM-PB

 
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